Autor: Andressa

Coisas que me tiram o fôlego

Coisas que me tiram o fôlego[/caption babysaudavelE, eu sinto alguma tristeza que em breve ele não será “o bebê” desta casa. Claro que minha dor é temperada com a alegria.Mas eu disse isso ao meu esposo esses dias em lágrimas,e ele me garantiu que mesmo não sendo um bebê ele ainda é pequeno,e ele ainda fica tranquilo em nossos braços,e ainda é pequeno. É provavelmente mais difícil para uma mãe. O conhecimento de que o tempo está correndo cada vez mais rápido e que esta criança com os dedos ao mesmo tempo tão pequenos, cabelos finos e olhos vivos,lábios rosados, está crescendo e algum dia vai ser um homem. Essa percepção é a única que me ameaça tirar o fôlego.Essa transição de bebê para criança é muito rápida,a coisa toda se dá num piscar de olhos,até saudade das noites em claro começamos a...

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Porque nunca é tarde

Nunca é tarde!! Um dia qualquer aparece um mestre, um livro, um amigo ou um pensamento que muda o curso de nossas arraigadas crenças. Dentro desta virada pessoal, o que fizemos com nossos filhos não nos agrada. Hoje não faríamos o mesmo. Nós mudamos. Mas o que não podemos mudar é o passado. Pois bem, chegou o momento de reconhecer que já não nos cabe em nosso ser interior uma modalidade antiga, baseada no preconceito ou no medo. Talvez fossemos exigentes demais com nossas crianças, crendo que fazíamos o correto, mas distantes de nossos sentimentos amorosos. Quem sabe nós os maltratamos sutilmente. Nós mentimos para eles e hoje são pouco confiados. Nós menosprezamos seus sentimentos. Exigimos obediência e nos responderam com rebeldia. Fizemos ouvidos surdos as suas reclamações e já agora eles não nos escutam. Os anos passaram e queríamos rebobinar a vida como um filme para fazer as coisas de outro modo. Pois bem, há algo que sim é possível se fazer hoje: nós nos darmos conta. Logo, falar sobre isso com nossos filhos. Inclusive se tem dois anos. Ou cinco. Ou quatorze. Ou sessenta anos. Pouco importa. Nunca é tarde. Sempre é o momento adequado quando humildemente geramos uma aproximação afetiva para falar de alguma descoberta pessoal, de uma ansia, um desejo, ou de novas intenções. Para uma criança pequena é alentador escutar a sua mãe ou...

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Quando os adultos não estão por perto

lMas que raios de mãe doida é esta que não fica por perto do filho pequeno?Como assim?!?Keep calm eu não deixo o rebento solto mundo afora e rua afora não !(Infelizmente porque eu tive uma infância rua afora láaaaaa em Araçatuba há muitos anos atrás em ooooooutros tempos!),eu não deixo ele solto sozinho não,mas as vezes gosto de ficar olhando escondidinha e ver ele com suas brincadeirinhas,falando sozinho com os brinquedos,inventando diálogos,e ele fica lá um tempão no mundinho imaginativo dele,eu gosto de espiar,quase sem respirar pra se não notar minha presença.E me vejo,me encontro nas brincadeiras dele,me recordo de quando era mais ou menos da idade dele ou é m pouco mais velha,quando também via esse mesmo mundo de faz de conta que eles vêem!Coisas que nós adultos já nos esquecemos,coisas que eles fazem quando estão livres,sendo apenas...

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