Mate seu Buda materno e viva a maternidade como você quiser.

Passei uns dias longe dos filhos, casa, marido, trabalho e toda carga emocional envolvida nisso. Simplesmente dei um passo atras, analisar e repensei tudo de uma perspectiva diferente. Tentei enxergar os pontos em que devo melhorar.

Mas não só isso. Me fez tomar posse de todos os pontos que já estão dando certo. Pude constatar que a culpa me prejudica e paraliza. Porque me sentindo ou não uma ótima mãe eu sou o modelo numero um para os meus filhos. E estar segura quanto a isso é a chave para exercer uma maternidade mais leve.

Inclusive, ser o modelo numero um do meu filho, é o primeiro capitulo do livro A Mamãe Coach da escritora Lorraine Thomas. Olha ela aí na foto comigo.

Segundo os maiores especialistas nas pesquisas de desenvolvimento infantil, a mãe é uma influencia poderosa. Uma influencia poderosa e positiva na vida da criança, e do adulto que ele se tornará, PONTO.

A partir daqui, quem vai escrever sobre a perspectiva da mãe é a Andressa, euzinha, humana, mulher e também mãe.

São tantos desafios, somos testadas em nossos limites todos os dias durante as 24 horas neles existentes. E a partir do momento que temos em mãos o famoso “reagente”, que na epoca das minhas filhas era POSITIVO, ali mesmo nos despedimos do mundo que conhecemos. Mas isso é papo para outro post A Verdade Sobre a Chegada do Terceiro Filho que Ninguém Conta. 

O que quero falar hoje é sobre nossos pontos positivos e como eles podem nos ajudar a ser a mãe que queremos ser.

Vamos focar em:

  • Sou uma mãe super engraçada? Sou uma mãe paciente? Sou uma mãe que sei pedir ajuda e não me sobrecarrego sozinha? E não reclamo que o fardo está pesado? Sou uma mãe que se sente confortável com seu jeito de maternar? Sou uma mãe que ouço críticas e absorvo apenas a parte construtiva? Ou foco somente nos problemas apresentados? Sou uma mãe que encontro soluções? Sou uma mãe que acredito em mim mesma?

Então mamães vamos falar sobre arrumar a grande bagunça que “tentar ser a mãe perfeita” faz na nossa jornada como mães e seres humanos.

E de que forma se arruma esta bagunça?

Focando em colocar cada coisa em seu devido lugar.

Ansiosa por achar que não está indo bem vai ser útil agora? Não. Então põe na prateleira do arquivo morto e esqueça que está lá. Tchau!

Ser prática me ajuda a ter uma maternidade mais leve? Sim. Então põe na prateleira de fácil acesso e use no dia a dia indiscriminadamente.

Não sei cozinhar bem, então meus filhos vão se entupir de fast food? Não amiga. Um bom PF (prato feito) ou, como diz a Rita Lobo do site Panelinha: um bom PF-inho é mais que suficiente para alimentar e nutrir. Um bom arroz com feijão. Então não se cobre em ser uma Chef de cozinha pois nem precisa.

Se apegue apenas no que você tem de melhor. Não precisa disputar o título de melhor mãe. Se perdôe. Se permita. Seja você mesma sua própria fonte de inspiração.

Já ouviou um ditado zem que diz “Se você encontrar o Buda no caminho, mate o Buda.” Na sua jornada de autoconhecimento, você encontrará as mais diversas “verdades”. O objetivo é encontrar a sua.

Ao encontrar a sua verdade, você já se inspirou e possui as ferramentas para ser dona da própria história. E aí, ser você também uma inspiração para outros. Conclusão de fases, etapas…. sabe?!

Ficamos por aqui. E espero que vocês matem seus Budas. Comentem abaixo as experiências de vocês.

Um Dias das Mães maravilhoso e inspirado.